Outubro de 2024. Daniel estava na Lyft há três anos, a fazer recolhas no aeroporto a partir do MIA. As contas eram implacáveis: turnos de 14 horas, mais de 60 viagens por semana, cerca de $2,000 brutos. Depois da comissão da Lyft, combustível, seguro e portagens, cerca de $1,400 chegavam à sua conta. Acabava depois da meia-noite, dormia até ao meio-dia e perdia a rotina matinal da filha.
A mudança. Um passageiro habitual, advogado de empresa, falou-lhe da LocalsRide. Daniel candidatou-se num domingo à noite. Aprovado na terça. A primeira reserva foi uma transferência de aeroporto na quarta às 9h para um analista de um fundo de cobertura a caminho de Naples, FL. $200, preço fixo, acordado dois dias antes de virar a chave.
Hoje. Daniel trabalha de terça a sexta. 4–5 viagens reservadas com antecedência, todas de 30–90 minutos, na maioria trajetos de Brickell para o MIA ou viagens executivas para Fort Lauderdale. Está em casa às 15h, leva a filha ao futebol, janta sentado à mesa. O seu líquido semanal subiu 40% com cerca de metade das horas. O BMW é lavado duas vezes por semana. Diz que é a primeira vez que o trabalho está à altura do carro.